terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

»RÚSSIA«

Matrioshkas
Originárias do Japão, mas foram incorporadas à cultura russa há mais de um século. Até há algum tempo atrás, essas bonecas eram dadas às meninas russas antes do casamento, como desejo de fertilidade e boa sorte.
As pinturas representam camponesas russas, contos populares, cenas do dia-a-dia, temas religiosos, políticos e até tecnológicos, como a versão bit das matrioshkas. As pinturas são feitas à mão e gradativamente, ou seja, os detalhes vão crescendo de acordo com o tamanho da boneca. Por isso, a maior sempre terá mais desenhos e detalhes do que a menor.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

»JAPÃO«




ORIGAMI (折り紙)




A arte japonesa de dobrar o papel. A origem da palavra advém do japonês ori (dobrar) kami (papel), que ao juntar as duas palavras a pronúncia fica "origami".
Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado ou rectângulo - bidimensional - cujas faces podem ser de cores diferentes. Vão-se fazendo dobragens sem cortar o papel até chegar a uma figura tridimensional.
A cultura do Origami Japonês, que se desenvolve desde o Período Edo, não é tão restritiva acerca destas definições, por vezes cortando o papel durante a criação do modelo, ou começando com outras formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular, etc.). Segundo a cultura japonêsa aquele que fizer mil origamis teria um pedido realizado. =D


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

»CABO VERDE«



Cabo Verde é um país africano, constituído por dez ilhas. Foi descoberto em 1460 por Diogo Gomes ao serviço da coroa portuguesa.
O artesanato tem grande importância na cultura cabo-verdiana. A tecelagem e a cerâmica são artes muito apreciadas no país. O artesanato é produzido para utensílio e para decoração. Este é singular e é um verdadeiro instrumento de expressão da cultura popular. Hoje em dia, este é também uma atração para os turistas, sendo o seu fabrico e comercialização o único meio de subsistência para algumas famílias.




























»ESCÓCIA«

A Escócia é uma nação no noroeste da Europa e uma das nações que integram o Reino Unido.
Neste pais umas das pricipais tradições da cultura popular é o Kilt.
O kilt é o saiote pregueado, parcialmente trespassado. O seu quadriculado e cores corresponde a cada família, e que faz parte do traje típico masculino da Escócia.
Tradicionalmente ele era utilizado por guerreiros e batedores dos Clãs, e cada Clã tinha um tartan diferente.
O primeiro kilt encontrado é do ano de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Na arte queniana, não se tem o costume de valorizar um artista em particular: a produção fica, assim, colectiva. E, da mesma maneira que a culinária e os dialetos, cada tribo tem sua cultura característica, o que faz do Quénia uma nação artisticamente muito variada. Nas cidades grandes, a globalização altera a arte, de maneira que os expoentes estrangeiros são muito mais influentes que os quenianos. Antigamente a maior tendência era a britânica, mas hoje surge um surto de influências japonesas de grande importância.


As mulheres usam grandes colares de coloridas miçangas, que sobrepõem até tapar todo o pescoço. Finas tranças no cabelo. Panos vermelhos a cobrir o corpo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Marrocos

Marrocos tem uma cultura e uma civilização ricas. Cada região possui as suas próprias especificações, contribuindo, assim, para fazer a cultura nacional e o legado da civilização. Marrocos fez das suas prioridades superiores a protecção de todas as formas do seu legado e preservar os seus monumentos históricos. Desde a sua independência, Marrocos testemunhou mutações sócio cultural profundas como todos os outros países no segundo meio do século XX. É dentro destas mudanças que as artes estão sendo organizadas por diversas décadas.



quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Joalharia Indiana





A joalharia é a mais bela e a que mais interesse desperta universalmente entre as artes decorativas indianas. Seus artífices dominavam as técnicas da filigrana e do granulado.

Tradicionalmente usadas nos tornozelos pelas mulheres Indianas, as pulseiras de pé são feitas de contas de vidro e metal.



A joia e importante na india ha mais de 5 mil anos, e não como mera peça de adorno. A ela estão arraigados valores muito antigos de natureza étnica, religiosa e social. Tanto desenhos quanto materiais têm um complexo caráter simbólico. As formas podem remeter a imagens da natureza, com significados às vezes óbvios, outros não. Pode-se encontrar desde reproduções de jóias antigas até novos lançamentos (cheios de personalidade e estilo).
As habilidades dos ourives, cravadores, lapidários, gravadores, esmaltadores são passadas entre gerações da mesma casta.
Um fato importante é que a jóia indiana está fortemente ligada ao casamento, e existe uma grande necessidade de torná-lo visível. Aliás, toda a Índia é regulada pelas regras do casamento e da religião. Ao término do ato do casamento, o pai da noiva diz: "Agora eu entrego-lhe esta menina adornada de ouro".
O dote é oficialmente ilegal nesse país, no entanto essa prática sobrevive, principalmente entre classes mais pobres. O único bem pertencente à mulher são as jóias que ela recebe da família ao casar-se, a Stridana, do sânscrito stri (mulher) e dana (presentes). Se ela se divorciar vai levá-las consigo (e apenas isso!!). Ao enviuvar ela não poderá mais usá-las em seu corpo, mas poderá passá-las às filhas.
As peças mais utilizadas são: o Nath (brinco de nariz), o Bor (adorno usado na testa), o Paizeb (tornozeleira com sininhos) e os populares anéis, nos pés somente em prata.